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A Ameaça das Doenças Transmitidas por Mosquitos

A Ameaça das Doenças Transmitidas por Mosquitos

Os mosquitos são os animais mais mortíferos do planeta! As doenças transmitidas por mosquitos, como ZIKA, dengue, febre amarela, malária e chikungunya atingem cerca de metade da população mundial, o que traz graves consequências para a saúde da população, devido à alta mortalidade e ao enorme ônus econômico.

Os esforços contínuos realizados pelos governos, Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras organizações, como a Fundação Bill e Melinda Gates, fornecem apenas um alívio local e temporário para as populações que vivem nas áreas endêmicas, mas são incapazes de impedir a ocorrência de novos surtos ou até mesmo o surgimento de novas doenças transmitidas por esses vetores. 

 

 

Além de transmitir doenças que afetam os seres humanos, os mosquitos também transmitem uma série de doenças e parasitas de cães e cavalos.

Os maiores esforços para eliminar ou controlar mosquitos patógenos são direcionados a três áreas:

1. Desenvolvimento de soluções direcionadas ao ser humano – prevenção através de vacinas para as várias doenças transmitidas por mosquitos.

2. Desenvolvimento de soluções exclusivamente para patógenos – diagnóstico, tratamento específico.

3. Desenvolvimento de soluções voltadas aos vetores de doença: os mosquitos.

Os especialistas da OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmaram que: "Não é possível erradicar a malária utilizando apenas ferramentas que temos hoje".

Da mesma forma, durante o programa patrocinado pela OMS, chamado “Programa Especial para Pesquisa e Treinamento em Doenças Tropicais”, o grupo de trabalho científico reconheceu que "nós, seres humanos, estamos falhando em enfrentar a ameaça representada pela dengue, uma vez que essa doença continua se espalhando e hoje, quase 40% da população mundial vive em áreas de risco”.

Assim, OMS reconheceu que "ferramentas de controle de vetores inovadoras são extremamente necessárias", e em particular, que, "métodos que melhoram a capacidade de oferecer tratamentos persistentes de forma mais rápida e eficiente em grandes comunidades urbanas de forma sustentada, são urgentemente necessárias" (Relatório da OMS, 2012). 

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